quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Coisas que nos tocam

Hoje vi  isto e gostei mas gostei mais ainda da reacção do meu filho... ele derreteu-se.

Tecnologias, azares e sobrenatural

Diz o marido que eu tenho algo em mim que leva os aparelhos electrónicos a  "dar o berro" precocemente. Ele são telemóveis que só dão problemas na minha mão (desde não receber mensagens, a telefonemas que não tocam/ficam registados), ele são computadores que desligam normalmente e nunca mais acordam para a vida (já vão 2 em 5 anos), ele são impressores que se passam e fotocopiam hieróglifos em vez de texto...
e que mais perguntam vocês? Pois que os posts pré-escritos, pré-datados e agendados simplesmente não deram o ar de sua graça...

Em breve começarei a pensar que há algo em mim que não bate certo e que os meus campos magnéticos estão "marados" (teoria muito bem desenvolvida pelo meu irmão que anda a ver demasiados episódios de Sobrenatural)

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Limpezas e...

(quem estiver um bocadinho farto de ler coisas negativas aconselho que evite ler o que se segue...)

Há cerca de um ano atrás, dizia eu para os meus botões que poderia ser feliz como dona-de-casa, que adoraria uma vidinha como "fada do lar" e sem o stress constante que vivia então (eu bem lá no fundo sabia que estava a mentir a mim mesma e que jamais seria feliz como fada-do-lar-economicamente-dependente-do-esposo) ... mas uma mulher tem o direito a passar-se. Ora, se no ano passado andava nisso, este ano adoraria estar na fase stressante que estava no ano passado, de ter datas, prazos fixos, exames marcados, trabalhos a entregar, pesquisas a fazer... pelo menos assim teria menos tempo para pensar na vida.

Agora os dias passam, uns rapidamente, outros vagarosamente. Há dias em que não me apetece sair da cama, não me apetece encarar a vida, não me apetece ir ao e-mail para ler umas 10 respostas negativas - ou pior, não ter resposta alguma - não me apetece. Não me apetece porque sinto que não contribuo, que sou um fardo. Há dias que me sinto pequenina como um grão de areia, no meio de milhares de desempregados. Sem saber muito bem se o método mais eficaz será o "envio do e-mail" ou o "bater porta-a-porta". Qual será a forma mais difícil de me darem um não?! Eu tento as duas...

Enquanto tirava a licenciatura e, tendo eu um filho pequenino, era-me mais fácil encarar o desemprego. Era mais fácil justificá-lo para mim. Afinal quantas vezes me disseram "se tem filho pequeno e estuda, nem vale a pena deixar CV!" - eu sempre fui teimosa e insistente, por isso deixava, procurava, mandava e-mails e ia - ia aos sítios onde sabia que precisavam e ia a outros só para tentar a minha sorte ... a verdade é que nunca me chamaram... Depois, tomei como principal objectivo a bolsa de mérito, afinal se não podia pagar a universidade de uma forma, arranjaria forma de a pagar com o meu mérito e consegui a dita bolsa que cobriu todas as despesas.
Mas agora, agora é pior e muito mais difícil encarar o desemprego . O meu filho já não é um bebé, eu já não estudo e as respostas negativas acumulam-se e o desespero vai aumentando, a esperança vai desvanecendo e, a cada ano que passa, sinto que nada faço, que nada contribuo para a casa (e não que o meu marido me atire isso à cara - até pelo contrário - mas também  nem precisava porque eu faço isso a mim própria).
Já fiz tantos quilómetros, gastei tanto gás, tanto gasóleo, tanta sola para procurar trabalho... já visitei muitas zonas comerciais - de longe e perto - sem qualquer sucesso, já fui a tantos centros comerciais, mercados e mercadinhos, envio e-mails desenfreadamente e... nada. E vejo os anos a passar, eu sem experiência, eu sem oportunidades... afinal quando é que terei a experiência? Quando é que serei considerada ultrapassada por não ter experiência e passarei para a prateleira por ser "velha demais para não ter experiência"?!

E depois vem a outra frustração... não me aceitam para um qualquer posto de trabalho. Parece que tenho sarna. Lá porque tenho uma licenciatura não significa que não saiba descascar batatas, limpar o chão... não significa que não saiba fazê-los e muitos menos significa que não aceitaria esses trabalhos - então porque ninguém me chama, nem sequer para uma entrevista?

Ónix!!!


.....

A sorte é que isto não me dá muito "amiúde"e só, de vez em quando é que preciso de mandar isto para fora - diriam os antigos: mandar as más energias embora para entrarem as positivas

E, pronto, agora vou recolher os cacos e fazer-me à vida, que amanhã é um novo dia. Quem sabe se não é amanhã que me chamam, que me aceitam?! Parar é que não. Parar ? nunca!!!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

O Motel Continente

Caros senhores do Continente (Sonae) venho pelo seguinte meio convidar-vos a abrir um motel. Sim motel. Também podem abrir uma vertente de hotel low-cost. Acredito que é um nicho de negócio que estão a subestimar, que poderia trazer inúmeras vantagens e lucros incalculáveis.

Espero que atendam o meu pedido com a maior brevidade possível.

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Acho que não consigo ir, uma única vez que seja, a um Continente sem ver nalgum carro um casal de namorados "engalfinhado" (e nem frequento o dito sitio assim tantas vezes). Para além da imagem ser muito constrangedora, ainda há o "pequeno" transtorno de chegar ao local, estacionar, sair do carro, (re)entrar no carro e estacionar na outra ponta do parque só para evitar que o meu filho veja as figuras de casais demasiado apaixonados. 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Amizade

Hoje tive um telefonema maravilhoso:  2 horas ao telefone isto de se estar desempregado tem as suas vantagens e o tarifário de chamadas gratuitas também  com uma amiga que já não vejo há alguns meses. Bem sei que está bastante ocupada com as frequências e trabalhos e que o tempo nesta época é escasso, muito escasso.

E como isto me soube bem receber esta chamada inesperada. Saber que sente a minha falta tal qual sinto a dela. Aproveitamos para meter os assuntos em dia, para falar dos nossos planos, para ouvir os medos e frustrações uma da outra e também para nos rir-mos e dar-mos umas boas gargalhadas.

Sempre tive pouca afinidade com mulheres, amizades verdadeiras com mulheres sempre foram muito raras para mim. Por isso, acho que ainda vou demorar mais uns anos a habituar-me a estas boas amizades que me rodeiam actualmente.  Mas que sabem pela vida, lá isso sabem.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

"Picardices" minhas


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Não entendo como é que pessoas que se queixam da falta de dinheiro, fumam. Principalmente quando "engolem" maços a olhos vistos.
Não consigo dissociar isto sempre que vejo alguém a fumar:

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Obviamente que cada um sabe de si mas não concebo como é que alguém pode preterir os filhos para manter um vício. Não consigo mesmo.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

2014


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Que este ano seja melhor do que aquele que passou.
Que seja um feliz 2014 cheio de tudo o que é importante.
Que seja um ano de objectivos alcançados e sonhos realizados.
Que seja um ano em que a força de vontade, o esforço e a persistência sejam recompensados com bons resultados.
Que sejamos sempre capazes de nos (re)erguer-mos, principalmente perante os grandes desafios da vida.

É o que desejo para mim e para todos: um excelente 2014!